O programa de reparo de autoatendimento da Apple parece uma bagunça

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PK Studio / Shutterstock.com

A Apple finalmente lançou um programa de auto-reparo para o iPhone no mês passado, que (teoricamente) permite que qualquer pessoa conserte seu próprio iPhone sem levá-lo a uma oficina autorizada. No entanto, não parece uma ótima solução.

A Apple revelou em novembro de 2021 que lançaria um programa de “Reparo por autoatendimento” no início de 2022, fornecendo peças oficiais e instruções de reparo para quem deseja reparar seu iPhone, iPad ou Mac em casa. A Apple tem sido criticada ao longo dos anos por limitar o acesso a peças de reparo oficiais, dificultando o reparo de produtos da Apple por clientes e oficinas não autorizadas. Parece ótimo, certo?

Talvez sem surpresa, dado o histórico da Apple com reparos difíceis, o reparo por autoatendimento não é uma experiência fácil. Sean Hollister em A beira tentou uma simples substituição de bateria em seu iPhone Mini, que envolveu a compra de uma bateria nova por US$ 69 (o mesmo preço que a Apple Store cobra por todo o processo de reparo), US$ 49 para alugar ferramentas da Apple por uma semana e um cartão de crédito. US$ 1.200 de crédito à espera para o kit de ferramentas que seria perdido se as ferramentas não fossem devolvidas dentro de uma semana. As instruções são projetadas com essas ferramentas proprietárias em mente, e todo o conjunto de ferramentas pesa 79 libras. Por fim, a bateria de substituição ainda era registrada como uma “Parte Desconhecida” até a etapa final: ligar para uma empresa de logística terceirizada e fornecer acesso remoto para verificar o hardware.