Adobe compra Figma, sua maior rival em web e design de aplicativos

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Em um anúncio chocante, a Adobe diz que vai adquirir a Figma. O acordo de US$ 20 bilhões é controverso, mas também bastante interessante. O Figma é a primeira ferramenta de design verdadeiramente adaptada ao trabalho remoto, uma área que a Adobe tem dificuldade em entender.

Para ser claro, o Figma não é uma alternativa ao Photoshop ou ao Illustrator. É um software de design UX que é usado principalmente para criar páginas e aplicativos da Web, semelhantes ao Adobe XD. A Microsoft é um dos clientes mais notáveis ​​da Figma, pois seus designers usam o software para colaborar em aplicativos do Office, Teams, emoji do Windows e muito mais.

A Adobe diz que o Figma funcionará com alguma autonomia. Permanecerá sob o controle de Dylan Field, cofundador e CEO da empresa. No momento da redação deste artigo, sabemos pouco sobre como esse acordo mudará a Figma.

“Teremos a oportunidade de incorporar [Adobe’s] experiência em imagem, fotografia, ilustração, vídeo, 3D e tecnologia de fontes para a plataforma Figma. Além disso, teremos a oportunidade de reimaginar como as melhores ferramentas criativas poderiam ser dentro da pilha de tecnologia da Figma.” -Dylan Field, CEO da Figma

Mas Dylan Field confirma que a Figma adotará algumas tecnologias da Adobe, o que faz sentido. Imaginamos que o inverso também seja verdadeiro: os produtos da Adobe podem se integrar ao software de colaboração da Figma ou aproveitar a experiência da Figma para criar novas plataformas de colaboração.

Aqui está nossa análise; esta aquisição é positiva para a Figma. A integração da tecnologia Adobe com o Figma fortalecerá suas capacidades. Além disso, o Figma pode se tornar mais popular entre pequenas empresas e criativos se acabar em um pacote da Creative Cloud, mesmo que o preço da licença (que começa em US$ 144 por pessoa a cada ano) permaneça inalterado.

Fonte: Adobe, Figma